Nala, a menina que vê o mundo com os olhos do coração

Cássia Valle e Luciana Palmeira

R$123,50

ISBN

9788520945179

PÁGINAS

36

FAIXA ETÁRIA

ENSINO FUNDAMENTAL | Anos Finais (6º ano - 11 a 14 anos)

DIMENSÕES

20,5 X 27,5

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Nala, a menina que vê o mundo com os olhos do coração

Cássia Valle e Luciana Palmeira

R$123,50

ISBN

9788520945179

PÁGINAS

36

FAIXA ETÁRIA

ENSINO FUNDAMENTAL | Anos Finais (6º ano - 11 a 14 anos)

DIMENSÕES

20,5 X 27,5

Sinopse

Nala é uma menina cega que nasceu em um quilombo às margens do rio Paraguaçu, no Recôncavo Baiano, um lugar cheio de vida e cercado de natureza. No centro do quilombo fica a Gameleira, uma grande árvore sagrada, uma espécie de portal encantado, que liga o céu e a terra, os vivos e os que já partiram, o hoje e um tempo sem fim. Ao redor da Gameleira, Dona Aziza, a guardiã das histórias do quilombo, transforma palavras em magia, contando e emocionando a todos que a ouvem. Nala não enxerga como as outras crianças, mas para ela, as histórias têm cores, sons e texturas. Cada palavra de Dona Aziza faz surgir imagens vivas em sua mente. Inspirada pelas narrativas, ela descobre que pode levá-las a quem não consegue chegar até a roda de histórias. Com coragem e empatia, Nala transforma seu dom em missão, espalhando saberes como sementes e construindo um mundo mais justo, em que cada voz e cada diferença têm lugar. Uma celebração da oralidade, da justiça e da magia da infância.

O que você irá aprender

  • Desenvolver a empatia e o respeito pelas diferenças, compreendendo a realidade da cegueira e a importância da inclusão.
  • Valorizar a ancestralidade e a literatura quilombola, conhecendo a importância da gameleira (árvore sagrada) e de Dona Aziza (guardiã das histórias).
  • Refletir sobre a oralidade como forma de resistência e transmissão de saberes, e como a história pode ter cores, sons e texturas mesmo sem a visão.
  • Fortalecer a identidade e a coragem, inspirados em Nala, que transforma sua condição (cegueira) em uma missão de espalhar saberes e justiça.
  • Aprimorar a escuta atenta e a imaginação, percebendo que as palavras de Dona Aziza fazem surgir imagens vivas.
  • Atender à legislação (Lei nº 10.639/03) ao promover o estudo da literatura quilombola, da ancestralidade e da cultura afro-brasileira no 6º ano.
  • Utilizar o tema da cegueira para promover o debate sobre inclusão, equidade e a importância da acessibilidade (competência geral 9 da BNCC).
  • Promover a contação de histórias e a oralidade como práticas essenciais de letramento, valorizando a escuta atenta.
  • Explorar o conto para desenvolver a análise da narrativa e a intertextualidade com outras manifestações artísticas que abordam a inclusão e a ancestralidade.
  • Integrar o currículo com geografia e história, explorando o quilombo e o recôncavo baiano como espaços de vida e resistência.
  • Enriquecer o acervo com literatura que promove a inclusão (cegueira), a superação e a ancestralidade.
  • Apoiar projetos de diálogo Intercultural e valorização da oralidade, essenciais para o resgate de saberes quilombolas.
  • Oferecer material que celebra a justiça e a magia da infância, construindo um mundo onde cada voz e cada diferença têm lugar.
  • Proporcionar leituras que estimulem a imaginação e a percepção sensorial (cores, sons e texturas através das histórias).

Vídeo explicativo

Conheça mais sobre a obra com este vídeo especial com a autora e ilustrador.

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